O filme mostra como Cachoeira Porteira — a maior comunidade quilombola oficialmente reconhecida no Brasil, localizada no coração da Amazônia, no Pará — compreende sua relação com o passado, vive seu presente e vislumbra seu futuro, e retrata sua luta contínua para preservar a identidade. Também destaca os esforços da comunidade para manter a floresta em pé como forma de resistência, salvaguardando sua cultura e ancestralidade.