Num mundo de mudanças perpétuas, o curta nos leva a uma jornada através desta nossa era hedonista e frágil, onde as sombras das nossas ações se estendem até o futuro. É uma viagem mitológica através do excesso, da inquietação, do ruído, da injustiça, do poder e do prazer, entrelaçando o patrimônio cultural imaterial do povo indígena Sami nos ciclos infinitos da vida.